ANÁLISE DO DISCURSO – Fernanda Mussalim

Dubois & Pêcheux

Triângulo Projeto AD = vértices LINGUÍSTICA + MARXISMO + LACANISMO (superfície: os febris anos 60)

P. – Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio [La verité de la Palice], 1975

(artigo) P. – Análise Automática do Discurso

Aristóteles 1.9: O Homem é [-feminino] que a mulher.

Estranha citação de Althusser à p. 3.

como a ideologia deve ser estudada em sua materialidade, a linguagem se apresenta como o lugar privilegiado em que a ideologia se materializa.”

Löwy 1988: história das ciências sociais

Ampliação” de Saussure.

Lexicologia X AD

(artigo In: ORLANDI ) Maldidier – Elementos para uma história da Análise do Discurso na França

Mais uma vez o senhor “sentido” e o problema da “fala”.

A rebelião do símbolo contra a forma – CAPÍTULO MCMXXV

Para poder trazer à tona seu material, Lacan assume que o inconsciente se estrutura como uma linguagem, como uma cadeia de significantes latente que se repete e interfere no discurso efetivo, como se houvesse sempre, sob as palavras, outras palavras, como se o discurso fosse sempre atravessado pelo discurso do Outro, do inconsciente. A tarefa do analista seria a de fazer vir à tona, através de um trabalho na palavra e pela palavra, essa cadeia de significantes, essas <outras palavras>, esse <discurso do Outro>, i.e., do inconsciente, lugar desconhecido, estranho, de onde emana o discurso do pai, da família, da lei, enfim, do Outro e em relação ao qual o sujeito se define, ganha identidade.”

o sujeito dessubstancializado não está onde é procurado, ou seja, no consciente, lugar onde reside a ilusão do <sujeito centro> como sendo aquele que sabe o que diz, aquele que sabe o que é, mas pode ser encontrado onde não está, no inconsciente (critério do lugar vazio). Assim, a identidade do sujeito lhe é garantida pelo Outro (inconsciente), ou seja, por um sistema parental simbólico que determina a posição do sujeito desde sua aparição.”

Jakobson é por vezes apontado como estruturalista pelo fato de abordar o processo comunicativo como um sistema composto de elementos – remetente, destinatário, código, mensagem, contexto, canal – que se relacionam no interior de um sistema fechado e recorrente, como um circuito comunicativo.”

sujeito – pura descontinuidade na cadeia significante” “Para L., o Outro ocupa uma posição de domínio com relação ao sujeito, é uma ordem anterior e exterior a ele”

núcleo rígido X contornos instáveis

Mangueneau – Novas tendências em Análise do Discurso

______. – Gênese dos discursos

AD francesa (histórica)

AD americana (sociológica)

AD-1

máquina discursiva: estrutura (estável) responsável pela geração de um processo discursivo [ambíguo] a partir de um conjunto de argumentos e de operadores responsáveis pela construção e transformação das proposições, concebidas como princípios semânticos, que delimitam um discurso”

ex didático: o Manifesto Comunista, o comunismo ortodoxo

o sujeito é um 0

AD-2

formação discursiva ou “a guerra dos miché(i)s”

formação foucaultiana X formação pecheutiana

explorando a mitologia do início sagrado

ex didático: o comunismo aplicável à comunidade cristã (diálogos entre máquinas, FDs, formações discursivas)

o(s) sujeito(s) fragmentado(s): o profissional esquizo: catalogável, mas indeterminado: quem fala é o Rafael-dono-do-Ozzy, Rafael-marido, Rafael-dono-do-lar, Rafael-poeta ou Rafael-burocrata-de-RH?

AD-3

interdiscurso

acabamento da “síndrome de Cazuza”

O personagem Papa [o papa que está entre João Paulo II e o papa ateu de Dostoievsky, para resumir], tal como foi constituído pelo autor da crônica, é uma boa metáfora de como se constitui o sujeito para a AD. Exemplificaremos aqui a constituição desse sujeito, considerando-o apenas a partir das perspectivas da AD-2 e da AD-3, por serem essas as perspectivas que se mostraram mais produtivas no campo da AD.”

Dizer que qualquer um é hipócrita é uma grande hipocrisia!

the dark side of my own moon

há água lá

mas está

congelada

coitada

mar do espelho sem fim: “A imagem que o sujeito, ao enunciar seu discurso, faz da imagem que seu interlocutor faz”

QUÊ?!

Isso é belo?

Isso é feio?

Isso não é belo nem feio?

Isso é?

Isso…?

Vermemind

verniz mais

V++

Wer ne nd mi

(whis-key)

rede(jà)-fini(r)

a AD está sujeita à máquina chamada liquidificador ideológico-acadêmico

[+DO MESMO?]

BAKHTIN – Marxismo e Filosofia da Linguagem

CHARAUDEAU & MAINGUENEAU – Dicionário de análise do discurso

FOUCAULT – O nascimento da clínica

JAKOBSON – Linguística e poética

LAHUD – A propósito da noção de dêixis

(artigo) PINTO – Lacan e o ideal de matema

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s