“O amor de si (amour de soi), que se importa apenas conosco mesmos, está satisfeito quando nossas necessidades básicas estão atendidas; mas o amor-próprio (amour-propre), que faz comparações, nunca está satisfeito, e nunca o poderia, porque esse sentimento, ao preferir a nós próprios que a outros, também requer que outros prefiram a nós que a eles mesmos – uma coisa simplesmente impossível. (…) É assim que o que faz do homem essencialmente bom é ter poucas necessidades e comparar-se pouco com os outros; e o que faz do homem essencialmente mal é ter muitas necessidades e dar grande importância às opiniões.”
