Normalmente, nas horas seguintes à contemplação de um filme, temos prazer em adquirir uma personalidade descartável com data de validade bem efêmera, em sermos o protagonista daquele filme por algum tempo, até que venha outro espetáculo e a impressão causada pelo antigo se esvaneça.
“não a deusa nua das religiões antigas, não a madona de corpo dissimulado do cristianismo, mas a mulher seminua, em pudor impudico, a provocadora permanente.”
“Qualquer progresso do erotismo conduz a um enfraquecimento da diferenciação sexual, e os progressos da homossexualidade são um aspecto desse enfraquecimento. (…) Parece que uma supererotização caminha lado a lado com o progresso da semifrigidez e da semi-impotência”
Cada autor possui um conceito todo particular para cada palavra…
25 de junho de 2011
