a) variação lexical
“uso categórico”
X
uso intercambiável de 2 significantes para 1 significado (ex: jerimumabóbora)
b) variação diatópica
(1) -r paulista: vibrante simples ou flap
(2) -r carioca: aspirado (-)
em código internacional:
{(1) /r/ e (2) /h/, respectivamente.} PB (Português do Brasil)
* * *
alive
bride
/aj/, /a:/, /ae/ (meio-termo)…
c) variação diafásica
contexto de apresentação (mesmo apagamento do morfema do verbo em b).
d) variação sintática
Ex: tautologia do não
Erick Lima the l0s3r
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profissão:variacionista
sociolingüística quantitativa
sociolingüística dialetológica (não de dialética, mas de “dialeto”)
SOBRE VÍRUS E CIÊNCIAS: “Responder à pergunta o que são seres vivos?, para seguir na definição do objeto da Biologia, é um procedimento apenas delimitador: a Biologia estuda esses seres e não outros. No caso da Linguística, responder à pergunta o que é língua? significa, além de delimitar nos moldes do que ocorre na Biologia e em outras ciências, criar o objeto em si. Há apenas uma definição possível para seres vivos, que os separa dos que não são vivos e que por isso não vão interessar à Biologia. Todavia, há mais de uma definição possível para língua. E, para cada definição diferente, temos um objeto de interesse. Assim, ao definir língua, delimitamos nosso objeto, criando-o.”
criação de gado labovina
ROMANCE PERI FEÉRICO
HOMERO PARNASIANISTA
JOAQUIM NABUCO DO NO’SSOR JESÚ
Labov – The social estratification of (r) in New York city department stores (capítulo), 1972
Mollica (org.) – Introdução à Sociolinguística Variacionista. Cadernos Didáticos da UFRJ, 1992.
Tarallo – Fotografias sociolinguísticas, 1989.
