VARIAÇÃO LINGUÍSTICA – Ronald Beline

a) variação lexical

uso categórico”

X

uso intercambiável de 2 significantes para 1 significado (ex: jerimumabóbora)

b) variação diatópica

(1) -r paulista: vibrante simples ou flap

(2) -r carioca: aspirado (-)

em código internacional:

{(1) /r/ e (2) /h/, respectivamente.} PB (Português do Brasil)

* * *

alive

bride

/aj/, /a:/, /ae/ (meio-termo)…

c) variação diafásica

contexto de apresentação (mesmo apagamento do morfema do verbo em b).

d) variação sintática

Ex: tautologia do não

Erick Lima the l0s3r

^£_aIn QuE MeIgo ElE fAla ToDo cErTiNHo~=///***º°

profissão:variacionista

sociolingüística quantitativa

sociolingüística dialetológica (não de dialética, mas de “dialeto”)

SOBRE VÍRUS E CIÊNCIAS: “Responder à pergunta o que são seres vivos?, para seguir na definição do objeto da Biologia, é um procedimento apenas delimitador: a Biologia estuda esses seres e não outros. No caso da Linguística, responder à pergunta o que é língua? significa, além de delimitar nos moldes do que ocorre na Biologia e em outras ciências, criar o objeto em si. Há apenas uma definição possível para seres vivos, que os separa dos que não são vivos e que por isso não vão interessar à Biologia. Todavia, há mais de uma definição possível para língua. E, para cada definição diferente, temos um objeto de interesse. Assim, ao definir língua, delimitamos nosso objeto, criando-o.”


criação de gado labovina

ROMANCE PERI FEÉRICO

HOMERO PARNASIANISTA

JOAQUIM NABUCO DO NO’SSOR JESÚ


Labov – The social estratification of (r) in New York city department stores (capítulo), 1972

Mollica (org.) – Introdução à Sociolinguística Variacionista. Cadernos Didáticos da UFRJ, 1992.

Tarallo – Fotografias sociolinguísticas, 1989.

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