AS EXTRAORDINÁRIAS AVENTURAS DO BARÃO MUNCHAUSEN: Um RPG Superlativo num Estilo Totalmente Inovador pelo Barão Munchausen – James Wallis, trad. Marta Cancela, DEVIR, 1998.

segundo a minha família, havia um Munchausen viajando clandestinamente na Arca de Noé”

a minha reputação, e com ela o recontar de diversas das minhas espantosas aventuras, espalhou-se em todo o mundo civilizado, através dos oceanos, das profundezas da África ao longínquo Japão, os mundos gêmeos do Sol e da Lua e os estranhos povos que lá vivem, e até mesmo na França. Portanto, para onde quer que viaje, encontro sempre quem me convença a contar essas histórias cujos pedidos nunca recuso, sendo um homem de nobre criação.

De acordo com o mencionado, os palermas que querem ouvir mais uma vez como os meus companheiros e eu fomos engolidos por uma baleia, ou como atravessei os céus de Constantinopla montado numa bola de canhão, não me permitem um momento de paz. E muitas vezes tenho como única recompensa um copo do mais ordinário conhaque ou até mesmo nada! Serei eu um contador de histórias que o faz apenas para o divertimento de outros? Não! Sou um nobre, um soldado e um aventureiro, enquanto eles são apenas simplórios, e que eu seja amaldiçoado se quiser ter algo mais a ver com eles.”

Penso que esta deve ser a maior inovação na concepção de jogos desde o Baralho de Cartas de Tarot Colecionável, que eu inventei quando estava encarcerado na Bastilha, por uma falsa acusação de importar marmelos num domingo.”

Este é um jogo de narração de histórias, e cada uma dessas histórias será baseada nas extraordinárias aventuras que vivi – no seu estilo, se não no seu conteúdo. Mas enquanto as histórias que vós contais são ficção, as minhas são inteiramente verdadeiras em todo e qualquer pormenor. Não o dizer é chamar-me de mentiroso, e fingir que as vossas fantasias aconteceram comigo é chamar-me de charlatão, e, se fizerdes qualquer uma destas duas coisas, levar-vos-ei lá fora e farei uma tal demonstração da arte da esgrima que vos estonteareis de tal modo que ficareis cego pelas faíscas durante um mês. Eu sou um nobre, senhores, e comigo não se brinca.”

O jogo é simples. Os jogadores sentam-se à volta de uma mesa, de preferência com uma garrafa de um licor interessante ou de um vinho decente para umedecer as gargantas, e cada um, a sua vez, conta uma aventura ou feito espantoso. A narração da história é desencadeada por um dos outros, e o resto dos companheiros pode interromper com perguntas e observações quando acharem que o devem fazer, e é a função do narrador refutar ou evitar essas questões. Quando todos terminarem, o que tiver contado a melhor história paga bebidas aos seus companheiros e, com todos devidamente fortificados, o jogo pode recomeçar.”

Se os vossos companheiros forem em número menor que cinco, então dai a cada homem cinco moedas. Se contardes mais de 20, não penseis em jogar o jogo: em vez disso aconselho que junteis as vossas posses, contrateis alguns mercenários e planejeis uma invasão da Bélgica.”

quem propuser jogar com dinheiro em papel – que não serve para mais nada senão para limpar o tra… não é certamente um cavalheiro e deve ser expulso do vosso grupo e em seguida do vosso clube.”

Se o grupo não estiver bêbado, cansado ou aborrecido, passai para a CRIAÇÃO DOS PERSONAGENS. Caso contrário, podereis omiti-la. Ou simplesmente omitir tudo.”

Para tratar do assunto da criação dos personagens será necessário um pedaço de pergaminho e uma pena – assumindo que, tendo recebido uma educação decente, vós sabeis ler e escrever, pelo menos em Latim.”

O curso da narrativa nunca pode amolecer, pois os outros jogadores podem interromper a qualquer momento o contador com uma aposta ou uma objeção. Isto é feito quando o jogador empurra uma moeda (nunca mais de uma) das moedas que tem a sua frente – a que chamaremos a parada –, interrompendo o curso da narrativa. Uma aposta seria lançada como demonstram estes exemplos:

– Aposto, Barão, que atrás da porta que mencionastes estava todo um regimento de cavalaria com fuzis esperando para vos emboscar; ou:

– Aposto, Conde, que a Imperatriz não se impressionou com a vossa oferta de duas girafas e mandou-vos abandonar os seus aposentos imediatamente.

As objeções, pelo contrário, lançam-se deste modo:

– Mas, Conde, é sabido que a Imperatriz tem ódio a girafas, desde que o seu cãozinho foi comido por uma; ou:

– Mas Duquesa, no momento que mencionais, o Colosso de Rodes já era uma ruína há 50 anos, por isso seria impossível terdes feito a sua escalada.”

Se a aposta ou objeção do jogador que interrompeu estiver correta deve o contador concordar com o seu companheiro e pode guardar a moeda. Deverá, contudo, explicar obrigatoriamente como os acontecimentos introduzidos na interrupção do companheiro não o impediram de continuar com a aventura que está a descrever.

Se, contudo, a interrupção for julgada incorreta pode afastar a parada do colega junto com uma moeda sua, e informar ao outro que ele é um idiota que claramente não sabe do que fala e que obtém as suas informações ouvindo coscuvilhices de solteironas em rodadas de gim. Se aquele que interrompeu não está preparado para fazer frente a este insulto a sua honra, pode juntar outra moeda à pilha e devolvê-la ao contador, reforçando o seu caso e devolvendo o insulto com juros. O contador pode de novo devolver a aposta com outra moeda e outro insulto, e assim sucessivamente até que um dos lados retire a sua objeção e aceite o insulto (ficando com toda a ‘parada’), ou uma das partes esgote os seus fundos mas não desista – caso em que devem travar um duelo.”

Os nobres enquadram-se num modelo estabelecido por Deus Todo Poderoso, e descrito pela 1ª vez por Baldesar Castiglione na sua obra O Livro do Cortesão. A verdade das suas palavras vem até hoje, apesar do fato de – devido a uma má fortuna de nascimento – ele ser italiano. Tomarei a liberdade de citar esse augusto nobre sem a sua permissão, visto que já faleceu há mais de 200 anos.”

O comportamento do nobre é a pedra basilar de toda a civilização, pois sem a nobreza não haveria o patrocínio das ciências, artes, literatura ou música; e apenas as diversões mais comuns como o teatro, os bailaricos, a política e as trocas comerciais permaneceriam. Naturalmente, nenhum nobre tem coisa alguma a ver com magia, pela razoabilíssima razão de que a magia não existe.”

(…O meu editor, digo, cujos olhos brilham de raiva e o cabelo se eriça como o daquele ouriço-cacheiro gigante que uma vez derrotei na Escócia virando-o pelo avesso, e assim apunhalando-o mortalmente com seus próprios espinhos – o meu editor, temo, morrerá de uma apoplexia, a menos que eu termine esta digressão, feche estes parênteses e regresse ao assunto das OBJEÇÕES E APOSTAS. Francamente, estou achando este assunto das regras mais do que aborrecido, especialmente agora que esta garrafa de conhaque acabou. Sim, isso foi uma indireta, que, ao que parece, ele não entendeu. O quê? Ah! fechar os parênteses. Que assim seja.)”

É mais do que óbvio, até para o idiota mais tapado, que o contador da história não foi morto, pois ele está contando a história, e se tal objeção for feita, o contador pode embolsar a moeda do objetante, e todos os companheiros devem olhar para o tolo com indisfarçado desprezo. Podem atirar sobre ele pedaços de pão duro, mas atiçar-lhe os cães já é considerado de má-educação.”

TRAVANDO DUELOS

(Advertem-me de que a moda agora é chamar a esta parte das regras de <Sistema de Combate>. É um nome feio que tropeça na língua e parece um manual prussiano sobre os métodos de esgrima com sabre. Desprezo-o. Se o seu criador sentir-se incomodado pelo meu desprezo por ele e pela sua frase, deixai-o desafiar-me e veremos se sabe algo sobre os verdadeiros <sistemas de combate>, ao mesmo tempo que reduzo a suas calças a renda.)”

Lutar por questões de honra é um assunto perigoso que pode trazer a pobreza, ferimentos ou a morte ou – um horror pior – o ridículo perante os participantes, mas é tão necessário como o bife para um inglês, o ouro para um suíço ou evitar banhos para um francês.”

O duelo tem de prosseguir somente até haver sangue derramado ou incapacidade, pois este é apenas um desentendimento amigável, mas já vi duelos serem travados até o desmembramento ou à morte por assuntos como um particípio passado mal conjugado.”

Qualquer pessoa que possui um título hereditário ou que tenha servido como oficial em qualquer dos melhores exércitos do mundo (o alemão, o prussiano, o inglês, o espanhol, o italiano ou, para esse fim, o do Catai, o etíope, o persa – e com efeito, agora que pensei nisso, todos exceto o turco, o polonês e o irlandês) deve passar à seção seguinte.”

recomendo um mestre de duelos inglês para duelos que possam durar até 5 dias e depois serem cancelados ou adiados devido à chuva ou acabarem em empate.”

Um certo número de estados não-iluminados declararam os duelos ilegais, por isso os participantes correm o risco de serem interrompidos por membros das classes baixas brandindo cassetetes e mandados, o que é mais do que suficiente para pôr qualquer duelista desconcentrado.”

TRAVANDO DUELOS ENTRE COVARDES

Se sois fraco de sangue, mole das carnes ou débil do fígado ou – como modo de obter uma desculpa – se estais com pressa para terminar o jogo, ou se há senhoras presentes que ficariam chocadas ao ver sangue, ou se sois incapaz de manterdes o papel que estais a desempenhar ao pensar num combate nobre, e vos encontrais de novo reduzido ao papel de um mero camponês, ou se fordes galês; se qualquer destas coisas for verdade, então talvez desejeis evitar o combate físico que representa um duelo. Em vez disso, tal como estais fingindo ser um nobre no meu jogo, podeis fingir que estais travando um duelo com um conjunto de regras que eu mesmo concebi para esse fim.

Eu retiro o <eu mesmo <concebi>. Na verdade, este jogo foi-me ensinado por um habitante da Estrela-Cão, que encontrei a uma grande distância de sua casa, na última ocasião em que visitei a Lua. Sei que este jogo foi ensinado originalmente a estes caninos astrais pelo famoso navegante Vasco da Gama, que em sua derradeira viagem, traçou a rota para a ilha do Ceilão, mas errou por vários milhares de léguas e acabou navegando para fora da borda do mundo. Eu culpo a fraca imitação que são as cartas marítimas portuguesas, mesmo sabendo que, sem dúvida, os portugueses hão de culpar a bússola, ou o vento, ou a água, ou os habitantes do Ceilão, ou a forma do mundo, ou a Lua, ou qualquer coisa que pudesse absolver a sua relaxada mão-de-obra.

Vasco da Gama chamou as regras de <Garrafa-Copo-Garganta> (ele era português, tal como esclareci anteriormente) e os habitantes da Estrela-Cão conhecem-nas como <Osso-Pau-Bola>. Chamar-lhes-ei de <Pedra-Papel-Tesoura> e… Ah! O meu editor diz-me que fui ultrapassado pelo destino e que o jogo já é conhecido por esse nome em todo o mundo, e que devo riscar o parágrafo acima.”

bebi fundo do vinho do porto de lorde Bootlebury e dos olhos castanhos de sua filha mais nova, tão grandes e profundos como os do veado que matei na Floresta Negra empanturrando-o de bolo – o seu sabor, devo dizer, não ficou muito favorecido por este método”

Poderia dizer mais, porém não vou gastar mais palavras neste assunto, destinado como é, apenas a mariquinhas e àqueles que têm medo de ver um pouco de sangue, ou de somar mais uma morte ou duas à sua consciência.”

Assumindo que ambas as partes ainda vivem, o resultado de um duelo é o seguinte: o perdedor deve entregar todo o conteúdo da sua bolsa ao vencedor e retirar-se do jogo. Se uma das duas partes chegou a perder a vida no conflito, então a sua testemunha deve seguir essas instruções. Contudo, o seu galardão – se o tiver – deve permanecer intacto.”

uma tripulação de piratas morenos e eu estávamos encurralados nas entranhas de um enorme monstro marinho que infelizmente nos tinha engolido – um acontecimento comum, soube pelas minhas conversas com diversos aventureiros marítimos, mas esta sendo de algum modo peculiar pois estávamos escalando o Matterhorn quando fomos engolidos.”

TERMINANDO UMA HISTÓRIA

Pela minha experiência, uma história não deve demorar mais do que 5min, pois para além desse tempo os ouvintes começam a ficar aborrecidos e indiferentes e a falar entre eles e a atirar pedaços de pão duro e a jogar dados ou cartas e a chamar músicos e a dançar em cima da mesa e a seduzir a anfitriã e a distribuir literatura sediciosa ou revolucionária e a congeminar guerras na Ásia, e outras distrações que poderão fazer até mesmo o melhor contador perder o ritmo – particularmente se ele também tiver intuitos que envolvam a anfitriã.”

Se um contador de histórias termina sua narrativa e não há ninguém para gritar <Viva!>, pois estão todos a dormir ou com outras ocupações, então ele deve dar a entender aos companheiros que chegou ao fim levantando-se e proferindo em alto e bom som: <Esta é a minha história, na qual todas as palavras são verdade, e se algum homem duvidar fá-lo-ei beber uma garrafa de conhaque num só gole.> Isso serve de sinal aos companheiros, pelo volume, não pelas palavras, que deverão levantar-se do torpor causado por uma história maçante e reunir uns quantos <Viva!> para darem a entender que perceberam que a história acabou.”

Se porventura um contador se embrenhou de tal modo na sua narração que não percebeu que o grupo perdeu o interesse e começou em vez disso a fazer lutas de galos ou a caçar texugos, então qualquer dos seus companheiros poderá interromper num momento oportuno dizendo: <Isso me lembra a história contada pelo Barão N… (nomeando o jogador sentado à direita do presente contador) no qual ele..> e nomeia uma aventura. Com isso, ele deve avançar uma moeda. Se os demais integrantes do grupo concordarem, devem também avançar uma moeda cada um, e se mais da metade dos presentes concordarem que o manto de contador deve passar ao seguinte, então o Barão N— começará o relato de uma nova aventura. O contador anterior, abatido pela vergonha e pela desonra, poderá somar o dinheiro reunido à sua bolsa como uma recompensa. Se menos da metade do grupo apoiar com moedas a causa, então esse montante será entregue ao criado para comprar mais vinho.”

DETERMINANDO O VENCEDOR

Quando todos terminaram as suas histórias, deverá haver um momento de pausa. Reclinai-vos nas vossas cadeiras e permiti que o criado ou criada que está a servir o vinho volte a encher o vosso copo. Pensai nas histórias que ouvistes e decidi qual delas é a melhor. Se fordes do tipo erudito podereis querer debater esta questão com os vossos companheiros, fazendo referência à Arte Poética de Aristóteles e aos recentes trabalhos críticos do poeta Dryden. Ou se não, tudo bem. Não tem importância.”

Quando todos os jogadores tiverem falado, votado e distribuído o seu galardão (e devo de novo relembrar aos mais lentos, populares e plebeus dentre os meus leitores que um nobre nem consideraria a idéia de votar em si próprio), então cada jogador deve contar o número de moedas votadas para si e para a sua história. (Em voz baixa, naturalmente, não há nada que fique tão mal a um nobre como saber apenas contar alto; e se os vossos conhecimentos numéricos não passam do 5, então deveis desde já desistir de quaisquer intenções de jogar este jogo, e descobri para vós um passatempo mais de acordo com a vossa natureza como cultivar nabos, trabalhar como isca para ursos ou declarar guerra aos turcos.)

TERMINANDO O JOGO

O jogador com o maior galardão é declarado o vencedor do jogo. Todos gritam um sonoro <Viva!> e manda-se vir mais vinho para se beber à saúde do vencedor. É da etiqueta que o vencedor deverá pagar este vinho, e é também de praxe que o dinheiro acumulado como galardão não deve ser – ou melhor, nunca é – suficiente para cobrir o seu custo. Mas isso não é problema. Somos nobres e coisas mesquinhas como o pagamento justo e o dinheiro são consideradas por nós como sendo de menor importância.”

Se jogardes estrategicamente, de modo a obterdes mais moedas, posso assegurar-vos que perdereis o jogo; parcialmente porque o vosso dinheiro deve ser dado a outro, e parcialmente porque tereis criado tal inimizade por parte dos restantes que nenhum votará em vós. Contudo, esta tática dar-vos-á a honra de decidir quem ganha o jogo.”

Sem moedas não podereis interromper um camarada, contestar interrupções à vossa história ou votar pelo vencedor. E como um nobre não pede nem rouba, já que não tendes fundos, o melhor é aumentá-los contando uma bela história que estimule muitas interrupções por parte dos vossos companheiros, e que saibais desviá-las com a destreza da vossa língua.”

Na rodada final do jogo, se os vossos companheiros admitiram mulheres ao jogo, NÃO RECOMENDO que voteis na VOSSA AMADA, ou no membro do grupo que esteja INTERESSADO EM VÓS. Segundo a minha experiência, isso raramente leva ao sucesso, e os vossos companheiros notarão, fazendo troça do vosso nobre gesto durante semanas.”

CENÁRIO HISTÓRICO

Estamos obviamente no século XVIII, pois decerto não houve melhor época para se viver. Mais precisamente, encontramo-nos no ano da graça de 17–. A Renascença findou, o poder da Igreja está em decadência e finalmente a Europa é um local civilizado. Os turcos estão em Constantinopla e, na verdade, por todo o lado, os franceses estão de novo a gerar conflitos. A Suécia está em declínio, os russos vão invadindo a Criméia a intervalos regulares, o rei da Inglaterra é alemão e louco – duas excelentes condições para governar essa ilha – e algures, do outro lado do Oceano Atlântico, alguns colonos começam a superestimar a sua real importância.

A maravilha desta época é, sem sombra de dúvida, o maravilhoso balão voador dos irmãos Montgolfier, que pode transportar pessoas e animais alto no ar em perfeita segurança (…) Creio que os irmãos criaram essa sua invenção apenas como um modo de deixarem a França.”

Agora que as Austrálias foram descobertas, está a ser-lhes dado um nobre uso como depósito de todos os indesejáveis da Europa. Um jovem indivíduo inglês chamado Watt criou uma chaleira gigante que pode dar potência a uma fábrica – dando chá quente em quantidade suficiente para contento de todos os trabalhadores. Incrível!”

Os elementos das classes mais baixas que crêem que o dinheiro é um substituto aceitável para os títulos nobiliárquicos foram rápidos em aceitar essas inovações, e estão febrilmente ocupados em construir fábricas e empregar mulheres de nome Jenny para lhes tecer algodão.”

Confesso que nada disto percebo nem entendo, mas parece que a Inglaterra está criando uma espécie de império – baseado, vejam só, em comércio, dinheiro e tubérculos. Que deus nos ajude…”

a chama da aventura na alma do Homem tem sido recentemente acalmada por coisas grosseiras como ir ao teatro, ler novelas e jogar uíste.”

eu não sou um homem extraordinário, meramente vivi em tempos extraordinários”

Não está, lamento dizer-vos, dentro das vossas capacidades fazer amor com a imperatriz da Rússia, pela razão de que a sua honra está sob a minha proteção e, se vos apanho perto dela, dar-vos-ei uma surra tal que magoará de tal forma os vossos pés e o vosso traseiro que não sereis capaz de estar de pé ou de vos sentardes, e sereis forçados a passar um mês no ar, girando como um pião, a algumas polegadas acima do chão. Considerai isso um aviso.”

Como, Barão, conseguistes passar por nativo entre o pequeno povo de Liluput.”

E como, e por quê, sois conhecido na França como o Quinto Mosqueteiro?”

Como provastes à Royal Society que o mundo não é redondo?”

Como é que Platão menciona um diálogo que teve convosco no seu livro A República escrito há 2 mil anos?”

Como foi que fostes vós e não Francis Bacon quem escreveu as peças de Shakespeare?”

O que fizestes para que o ano de 1752 tenha perdido os dias entre 3 e 14 de setembro?”

O vosso envolvimento no esquema da Royal Society para extrair luz solar de pepinos.”

Por que fostes aprisionado na mesma cela do Homem da Máscara de Ferro, o que se passou entre vós, e como escapastes?”

Como vos deitaste com o fantasma de Ana Bolena.”

As três noites que passastes no castelo do conde da Transilvânia.”

Como salvastes a raça dos Houhynhymns da sua vida de escravidão sob o jugo dos seus cruéis donos.”

Como escrevestes o Réquiem de Mozart?”

Como provastes que o monstro do Loch Ness não existe?”

Com que provas acreditais que o Homem e o macaco são primos?”

Como foi que servistes Gustave Doré ao ponto num jantar e no dia seguinte ele fez uma ilustração vossa?

R.I.P. Munchhausen 17—1797!

Testament of Solomon, son of David, who was king in Jerusalem, and mastered and controlled all spirits of the air, on the earth, and under the earth. By means of them also he wrought all the transcendent works of the Temple. Telling also of the authorities they wield against men, and by what angels these demons are brought to naught.

Italics: commentator

 

“Whenever men come to be enamoured of women, I metamorphose myself into a comely female; and I take hold of the men in their sleep, and play with them. And after a while I again take to my wings, and hide me to the heavenly regions. I also appear as a lion, and I am commanded by all the demons. I am offspring of the archangel Uriel, the power of God.”

 

“The sea monsters are named Behemoth (the male) and Leviathan (the female) in 4 Ezra 6:48-52, 1 En 60:7.”

 

Beelzeboul cried aloud with a mighty voice, and shot out a great burning flame of fire; and he arose, and followed Ornias [a súcubo-leoa], and came to Solomon.”

 

“I then asked of the demon if there were females among them. And when he told me that there were, I said that I desired to see them. So Beelzeboul went off at high speed, and brought unto me Onoskelis, that had a very pretty shape, and the skin of a fair-hued woman; and she tossed her head” “fair complexion, but her legs were those of a mule.” “Oftentimes, however, do I consort with men in the semblance of a woman, and above all with those honey-colored”

 

Asmodeus also appears in Tobit 3:8, and is ultimately derived from the Avestan demon Aeshma-daeva (<demon of wrath>).” Meu ancestral remoto. “Wherefore also my star is bright in heaven, and men call it, some the Wain, and some the dragon’s child. I keep near unto this star. So ask me not many things; for thy kingdom also after a little time is to be disrupted, and thy glory is but for a season. And short will be thy tyranny over us; and then we shall again have free range over mankind, so as that they shall revere us as if we were gods, not knowing, men that they are, the names of the angels set over us.” “Destarte, minha estrela é também brilhante no céu, e os homens a chamam, alguns a Ursa Maior, e outros o bebê-dragão. Eu me conservo sob esta estrela. Então não me perguntes muitas coisas; já que teu reinado também não vai durar muito, e tua glória é apenas passageira. Curta será sua tirania sobre todos nós; depois, havemos todos de ter livre trânsito entre os mortais, a ponto de sermos reverenciados pelos homens como se fôssemos deuses, não sabendo, carne corruptível como eles são, os nomes que recebemos como anjos do Senhor outrora.”

 

“<my business is to plot against the newly wedded, so that they may not know one another. (…) I transport men into fits of madness and desire, when they have wives of their own, so that they leave them, and go off by night and day to others that belong to other men; with the result that they commit sin, and fall into murderous deeds.> And I adjured him by the name of the Lord Sabaôth, saying: <Fear God, Asmodeus, and tell me by what angel thou art frustrated.> But he said: <By Raphael, the archangel that stands before the throne of God.>” “<meu negócio é tramar contra os recém-casados, para que não mais se reconheçam. Eu transporto os homens ao transe e ao desejo, quando têm esposas, então eles as deixam, e andam por aí noite e dia atrás de outras que pertencem a outros maridos; com isso, eles cometem pecado, e sujam suas mãos a cada ação.> Então eu o abjurei em nome do Senhor Sabaôth, dizendo: <Tema a Deus, Asmodeus, e me diga por qual anjo você é combatido.>  Mas ele disse: <Por Rafael, o arcanjo que fica diante do trono de Deus.>” “Eu reverencio o peixe-gato”

 

“Eu fui, antes, anjo, no paraíso de outrora, e intitularam-me Beelzeboul. E agora eu controlo todos os que foram confinados no Tártaro. Mas até mesmo eu tenho um filho, e ele caça no Mar Vermelho. E em qualquer ocasião propícia ele volta a mim e se submete; e revela o que ele fez, e eu o sustenho.”

 

Se não há mais Reis, é óbvio que não há mais deus. A coroa está vaga. Nenhum sucessor possui os predicados. Seremos a lenda. Ainda não.

 

“<Tell me by what angel thou art frustrated.> And he answered: <By the holy and precious name of the Almighty God, called by the Hebrews by a row of numbers, of which the sum is 644, and among the Greeks it is Emmanuel>”

 

Conspiração para esconder o fóssil do grande dragão.

 

Salomão, Jesus e até Plínio atribuíam à saliva caracteres curativos especiais.

 

Na pontinha do chifre da Lua.

 

“And there came seven spirits, females, bound and woven together, fair in appearance and comely. And I Solomon, seeing them, questioned them and said: <Who are ye?> But they, with one accord, said with one voice: <We are of the 33 elements of the cosmic ruler of the darkness.> And the first said: <I am Deception.> The second said: <I am Strife.> The third: <I am Klothod, which is battle.> The fourth: <I am Jealousy.> The fifth: <I am Power.> The sixth: <I am Error.> The seventh: <I am the worst of all, and our stars are in heaven. Seven stars humble in sheen [fracas em brilho], and all together. And we are called as it were goddesses. We change our place all and together, and together we live, sometimes in Lydia, sometimes in Olympus, sometimes in a great mountain.>

 

“As Plêiades parecem ser evocadas em Jó 38:31, na versão revisada: <Pode você amarrar o bando das Plêiades, Ou afrouxar as cordas de Órion?> Elas tinham uma influência maligna. A reunião de espíritos malignos no número de 7 é comum nos folclores judeu e babilônico. Como exemplos, posso citar o Testamento de Rubens, II, e os sete espíritos maus do Novo Testamento. Possivelmente é uma referência aos Sete Planetas (<estrelas que se movem juntas>).”

 

O Sétimo Satélite do Sétimo Planeta

 

Eu estimulo intrigas

Eu excito hereges e heresias

Unissexuais.

 

Vou te matar a pedradas e pauladas

Vou te escurraçar, vou te esfolar

Até da sua alma cristã nada sobrar.

 

Vou cegá-lo com a luz do

Seu Orgulho

Tornar o delicado belicoso!

 

Cansei de me entregar

Deve ser efeito colateral

Desse marasmo em espiral.

 

Sobriedade e moderação

Comigo não têm vez

Na minha mesa só comem pândegos

No meu salão só bebem fel.

 

O que uma queda de braços

Costuma unir

Meu muro vai separar.

 

Irmão contra irmã

Tia contra sobrinho

Neto contra avó.

 

Eu incito a humanidade

a desfazer todos os laços

Contanto que a Ira

 

Lhe determine os passos.

 

Rebelião! Rebelião!

Contra os bons princípios

Julgo que torno mau o homem pio.

 

Erros crassos pararei de cometer

Hipnotizar o outro para o crime perfazer

É perfídia que cai com os burros na

 

Anágua do Prazer

 

which witch is gonna twitch my little fingers?

 

O Cavaleiro Sem-Cabeça: “I am called Envy. For I delight to devour heads, being desirous to secure for myself a head; but I do not eat enough, but am anxious to have such a head as thou hast.”

 

but I burrrrrrrrrn the sacrificial butter the starter for your butt

 

Gangrena é meu nome, Meu pescoço é minha boca.

 

“I, O King Solomon, am wholly voice, for I have inherited the voices of many men. For in the case of all men who are called dumb, I it is who smashed their heads, when they were children and had reached their eighth day.”

 

Você é tão reservado que vive na sua própria bolha do pé

 

a luz faiscante do trovão

 

before thou wast was I

what a waste!

 

“The dwelling-places are the persons of whom the spirit, good or evil, takes possession.”

 

A lenda diz que a cruz de Cristo está sobre a ossada de Adão.

 

“I blind children in women’s wombs, and twirl their ears round. And I make them deaf and mute. And I have again in my third head means of slipping in. And I smite men in the limbless part of the body, and cause them to fall down, and foam, and grind their teeth.”

 

Crista do grande dragão

ora se não vejo um perfeito cristão!

 

“The Sophia, identified by Philo and the early Fathers with the Logos, is supposed to have entered into and taken possession of Solomon as it afterwards did with Jesus.”

 

 

“[Medusa Head:] By the angel of God called Afarôt, which is interpreted Raphael, by whom I am frustrated now and for all time. His name, if any man know it, and write the same on a woman in childbirth, then I shall not be able to enter her. Of this name the number is 640.”

 

Um pouco de numerologia:

r = 100

a = 1

f = 500

e = 8

l = 30

 

I simply can’t be possessed!

 

O dragão alado à íncubo que come as mulheres bonitas pelo cu.

 

“And the second [demon] said: <I am called Barsafael, and I cause those who are subject to my hour to feel the pain of migraine. If only I hear the words, ‘Gabriel, imprison Barsafael,’ at once I retreat.>”

 

“The sixth said: <I am called Sphendonaêl. I cause tumours of the parotid gland, and inflammations of the tonsils, and tetanic recurvation. If I hear, ‘Sabrael, imprison Sphendonaêl,’ at once I retreat.>. And the Seventh said: <I am called Sphandôr, and I weaken the strength of the shoulders, and cause them to tremble; and I paralyze the nerves of the hands, and I break and bruise the bones of the neck. And I, I suck out the marrow. But if I hear the words, ‘Araêl, imprison Sphandôr,’ I at once retreat.>”

 

Um verdadeiro tratado metamedicinal!

 

“Solomon is fairer than eleven fathers”

 

“The seventeenth said: <I am called Ieropaêl. On the stomach of men I sit, and cause convulsions in the bath and in the road; and wherever I be found, or find a man, I throw him down. But if any one will say to the afflicted into their ear these names, three times over, into the right ear: ‘Iudarizê, Sabunê, Denôê,’ I at once retreat.>”

 

“The twentieth said: <I am called Marderô. I send on men incurable fever. If any one write on the leaf of a book: ‘Sphênêr, Rafael, retire, drag me not about, flay me not,’ and tie it round his neck, I at once retreat.>”

 

“The twenty-eighth said: <I am called Harpax, and I send sleeplessness on men. If one write ‘Kokphnêdismos,’ and bind it round the temples, I at once retire.>”

 

“The thirty-third said: <I am called Agchoniôn. I lie among swaddling-clothes and in the precipice. And if any one write on fig-leaves ‘Lycurgos,’ taking away one letter at a time, and write it, reversing the letters, I retire at once. ‘Lycurgos, ycurgos, kurgos, yrgos, gos, os’>.”

 

“And among them also the queen of the South, being a witch, came in great concern and bowed low before me to the earth. And having heard my wisdom, she glorified the God of Israel, and she made formal trial of all my wisdom, of all love in which I instructed her, according to the wisdom imparted to me.”

 

“We demons ascend into the firmament of heaven, and fly about among the stars. And we hear the sentences which go forth upon the souls of men, and forthwith we come, and whether by force of influence, or by fire, or by sword, or by some accident, we veil our act of destruction; and if a man does not die by some untimely disaster or by violence, then we demons transform ourselves in such a way as to appear to men and be worshipped in our human nature.”

 

SUBDUE TO THE BELL: FIGHT MEN WITH FIRE – DEMÔNIOS SÃO ESTRELAS CADENTES FAISCANTES ELETRIZANTES

 

“Tell me how ye can ascend into heaven, being demons, and amidst the stars and holy angels intermingle.” “we lose strength and fall off like leaves from trees. And men seeing us imagine that the stars are falling from heaven.” “and so we fall down like lightnings in the depth of night and suddenly. And we set cities in flames and fire the fields.” Cf. Lc. 10:18.

 

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THE LEGEND OF ZEALOUS: THE WISDOM OF THE PRINCE

or…

GOOD VS. EVIL – Expanded Edition: 7th Strike: Solomon’s Rise & Fall

Link esqueceu Zelda e se curvou a Salomão, o Sábio Amado por Bruxas, Justiceiro do Mundo (Hyrulistan):

 

“forasmuch as the spirit is a wind, contrive something according to the wisdom given in thee by the Lord thy God, and deign to send a man able to capture it. And behold, King Solomon, I and my people and all my land will serve thee unto death. And all Arabia shall be at peace with thee, if thou wilt perform this act of righteousness for us.” The Zora’s Wasteland

 

“And there was a stone, the end stone of the corner lying there, great, chosen out, one which I desired lay in the head of the corner of the completion of the Temple. And all the workmen, and all the demons helping them came to the same place to bring up the stone and lay it on the pinnacle of the holy Temple, and were not strong enough to stir it, and lay it upon the corner allotted to it.”

 

“§119. And after 7 days, being reminded of the epistle of Adares, King of Arabia, I called my servant and said to him: <Order thy camel [Epona] and take for thyself a leather flask [empty bottle], and take also this seal [carta de amigo da família real]. And go away into Arabia to the place in which the evil spirit blows [wind or shadow or spirit temple]; and there take the flask, and the signet-ring [a ocarina] in front of the mouth of the flask, and (hold them) towards the blast of the spirit [dungeon boss’ attacks]. And when the flask is blown out, thou wilt understand that the demon is (in it). Then hastily tie up the mouth of to flask, and seal it securely with the seal-ring, and lay it carefully on the camel and bring it me hither. [emerald or stone] And if on the way it offer thee gold or silver or treasure [rupees] in return for letting it go, see that thou be not persuaded. But arrange without using oath to release it. And then if it point out to the places where are gold or silver, mark the places [map & compass / checkpoints] and seal them with this seal. And bring the demon to me. And now depart, and fare thee well.”

 

MAURÍCIO GONTIJO TEM TODA A RAZÃO (“O GÊNIO DA LÂMPADA?”)!: “Then the youth did as was bidden him [<Hey! Listen!>]. And he ordered his camel [Epona’s Song – drink milk!], and laid on it a flask, and set off into Arabia. And the men of that region would not believe that he would be able to catch the evil spirit [NPCs estúpidos]. And when it was dawn, the servant stood before the spirit’s blast, and laid the flask on the ground, and the finger-ring on the mouth of the flask. And the demon blew through the middle of the finger-ring into the mouth of the flask, and going in blew out the flask. But the man promptly stood up to it and drew tight with his hand the mouth of the flask, in the name of the Lord God of Sabaôth [or the Three Goddesses]. And the demon remained within the flask. And after that the youth remained in that land three days to make trial [Sun’s Song]. And the spirit no longer blew against that city. And all the Arabs knew that he had safely shut in the spirit [Kakariko’s Village].”

 

Game Shark Attack, Bitch!

 

“I marvelled that even along with the bottle the demon still had power and could walk about; and I commanded it to stand up. And the flask stood up, and stood on its feet all blown out [Boring Brat Ruto!]. And I questioned him, saying: <Tell me, who art thou?> And the spirit within said: <I am the demon called Ephippas [Ganon], that is in Arabia [Gerudo’s].>”

 

Força! Coragem! Salomônica! The chosen Hylian disguised in a Kokiri brat body.

 

Sheik’s Affair

 

Always the SON: “He doth frustrate me, and enfeeble me of my great strength, which has been given me by my father the devil.”

 

“Canst thou raise this stone, and lay it for the beginning of this corner which exists in the fair plan of the Temple?” [Master Sword] And he said: “Not only raise this, O king; but also, with the help of the demon who presides over the Red Sea [Volvagia], I will bring up the pillar of air, and will stand it where thou wilt in Jerusalem [Golden Gauntlets].”

 

“I, O King Solomon, am called Abezithibod. I was present when Moses went in before Pharaoh, king of Egypt, and I hardened his heart.”

 

Demônio, Emanação de Deus

Peido, Minha Emanação.

 

“I, O King Solomon, am called Abezithibod. I am a descendant of the archangel. Once as I sat in the first heaven, of which the name is Ameleouth — I then am a fierce spirit and winged, and with a single wing, plotting against every spirit under heaven. I was present when Moses went in before Pharaoh, king of Egypt, and I hardened his heart.”

 

“<How wast thou found in the Red Sea?> <In the Exodus I caused the Pharaoh to pursue after the children of Israel. And I followed with him and all the Egyptians. And we all came up upon the Red Sea. And it came to pass when the children of Israel had crossed over, the water returned and hid all the host of the Egyptians and all their might. And I remained in the sea, being kept under this pillar. But when Ephippas [The Son of Satan] came, being sent by thee, shut up in the vessel of a flask, he fetched me up to thee.” Objetivo final do jogo: Maniqueu, o Equilíbrio do Bem do Mal.

 

“This legend of the heavy cornerstone and of the spirits supporting a column in the Temple reappears in the Georgian Acts of Nouna in the fourth century. There it is a huge wooden column that is lifted by spirit-agency, when the king and workmen had failed to move it into place. The spirits support it in the air before letting it sink into its place. These Acts will shortly appear in an English translation by Miss Wardrop in the forthcoming number of the Studie Biblica, Clarendon Press, 1898.”

 

“And I was glad in spirit in my kingdom, and there was peace in my days. And I took wives of my own from every land, who were numberless. And I marched against the Jebusaeans, and there I saw Jebusaean, daughter of a man: and fell violently in love with her, and desired to take her to wife along with my other wives.”

 

EPÍLOGO: O HOMEM VENCIDO PELO POLITEÍSMO, ESCRAVO DO SOL E DA VAIDADE

 

“And when I answered that I would on no account worship strange gods, they told the maiden not to sleep with me until I complied and sacrificed to the gods. I then was moved, but crafty Eros [o ardiloso cupido] brought and laid by her for me five grasshoppers, saying: <Take these grasshoppers, and crush them together in the name of the god Moloch; and then will I sleep with you.> And this I actually did. And at once the Spirit of God departed from me, and I became weak as well as foolish in my words. And after that I was obliged by her to build a temple of idols to Baal, and to Raphan, and to Moloch, and to the other idols.”

 

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Bonus tracks (always the same lead)

 

Romanos 11:6-7: “se é pela graça, já não o é mais pelas obras; caso fosse, a graça deixaria de ser graça. A que conclusão chegar? Israel não conseguiu a bênção pela qual tanto buscava, mas os eleitos a receberam. Os demais foram endurecidos”

 

Rom. 11:10: A soberba dos que se humilham:

 

“Os gentios: ramos enxertados” É o seu DeVer ser humilde

 

Romário 11:1000, o Segundo

 

Comentário pagão: ninguém sabe quem são os gentios de sua época. Ninguém tem espelho em casa, nem telhado de barro, nem a janela aberta o suficiente para deixar de filtrar o sol do meio-dia e a luz sufocante da tardinha cheia de moscas que zumbem.

 

Ecos de Schopenhauer: Rom. 11:17-19: “E se alguns dos ramos foram podados, e, tu, sendo oliveira brava, foste enxertado entre outros, e agora participas da mesma seiva que flui da oliveira cultivada, não te vanglories contra esses ramos. Porém, se o fizeres, recorda-te, pois, que não és tu que sustentas a raiz, mas, sim, a raiz a ti. Então, vós direis: <Os ramos foram cortados, para que eu fosse enxertado>.” Sentei na janela quando foi o último a subir, estava na parada final, mas assim Moira quis! Chantagem infinita do imanente, entretanto… Prisão nauseante Sartre-ana neo-meta-anti-ante-batista… Não se bata com o crente. Tu terás o paraíso, desde que

 

Rom. 11:26-27: E assim todo o Israel será salvo, como está escrito: “Virá de Sião o redentor que desviará de Jacó a impiedade. E esta é a minha aliança com eles quando Eu remover os seus pecados.”

 

Paulo, o Maldito Silogista: “Pois, assim como vós antigamente fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia em virtude da desobediência deles, assim também estes, agora, tornaram-se desobedientes, para também alcançarem misericórdia em virtude da misericórdia a vós demonstrada. Porquanto Deus colocou todos debaixo da desobediência, a fim de usar de misericórdia para com todos.”